ESTAÇÃO ECOLÓGICA E AUTO-SUSTENTÁVEL DE TRATAMENTO DE ESGOTO

Descrição:

A estação Ecológica e Auto-Sustentável de Tratamento de Esgoto é um modelo inovador de estação que possibilita o tratamento e o aproveitamento econômico do esgoto gerado, evitando os danos ambientais e sociais ocasionados pelo lançamento de efluente brutos (sem tratamento) no solo e nos cursos d`água. Além disso, promove a geração de emprego e renda nas comunidades atendidas. É ideal para atender localidades a partir de 500 habitantes.

Diferencial Metodológico:

A ETE Ecológica e Auto-Sustentável é uma das inovações da Intec que consiste na promoção do tratamento preliminar dos efluentes domésticos e seu reuso na produção agrícola ou agrosilvopastoril.

A exploração comercial da estação possibilita ainda que os custos de operação possam ser custeados e até gerar lucro.

Diferentemente dos modelos convencionais, possibilita o atendimento a pequenos núcleos habitacionais, bem como o atendimento fragmentado de grandes núcleo por bacias de contribuição, reduzindo o custo de operação total do sistema.

Destaca-se ainda a possibilidade da parceria público privada (PPP), no qual os investimentos de implantação das estações ecológicas correm por conta do setor público e os custos de operação e manutenção das mesmas passam a ser de responsabilidade de um consórcio mantenedor, sob comando da Intec, sem custos ao estado e à população local pelo período de 20 anos.

Etapas:

1. Visita técnica no local;
2. Dimensionamento do sistema;
3. Especificação do modelo a ser implantado em conjunto com o cliente;
4. Especificação detalhada do projeto (desenhos técnicos e memorial descritivo);
5. Construção da estação;
6. Capacitação da equipe de operadores;
7. Operacionalização da estação;
8. Monitoramento.

Resultados Esperados:

• Menor impacto ambiental possibilitando o tratamento de fósforo e potássio não tratados nos modelos convencionais;
• Implantação de estações ecológicas, ou seja, sem utilização de produtos químicos para o tratamento de esgoto;
• Possibilita o reuso na irrigação dentro dos padrões recomendados pela FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação);
• Possibilidade de associação com políticas públicas ou iniciativas do terceiro setor para inclusão social da população local;
• Sob gestão pública, do consórcio ou da própria comunidade, gera emprego e renda para a população na região atendida.

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